Diario Pernambucano – Falsiê, mas sem farsas.

Mimo cancelado porque Governo gastou verba com outras “laranjas” e Estado está só o bagaço

mimo

Para arte em Pernambuco não há um mimo sequer.

A mimo é uma laranja conhecida por sua baixa acidez. O Mimo é um dos festivais de música mais ácidos de Pernambuco. Mas para a arte, nessas terras, não há um mimo sequer.

O Mimo, realizando concertos gratuitos com o melhor da música instrumental do Brasil e do mundo, surgiu em 2004 em Olinda. Em 2015 ele acontecerá em Minas Gerais e no Rio de Janeiro, mas não ocorrerá em sua cidade natal. Não deveria causar tanto susto, dado que o Rock in Rio já aconteceu em Madrid com atração principal de Ivete Sangalo.

Inicialmente, acreditava-se que, por ter perdido o titulo de patrimônio da humanidade, Olinda não poderia sediar mais nenhum evento musical de grande porte. Entretanto, logo se descobriu que a causa é outra. O Governo do Estado não pode ampliar seu apoio ao festival dada a crise financeira criada pelo PT e os gastos que vem desprendendo com laranjas de grande porte como tuneis úmidosnovos bairros nobres, ônibus sanfonados e elefantes brancos.

“Uma laranja podre pode estragar uma cesta inteira. A fruta que os artistas chupam em Pernambuco é manga. Mas agora nem os de fora estão tendo boquinha. O governo é capaz de gastar com um show da mulher melancia, pagando adiantado, do que continuar patrocinando o Mimo”, afirmou Luiz Caladinho, diretor de negócios do Mimo Festival.

lala

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Publicado por em 21 outubro 2015. Arquivado em Mauritsstad, Música, Últimas. Você pode acompanhar quaisquer respostas a esta entrada através do RSS 2.0. Você pode deixar uma resposta, ou trackbacks a esta entrada

2 Comentários para “Mimo cancelado porque Governo gastou verba com outras “laranjas” e Estado está só o bagaço”

  1. Thiago Azulado

    1. Você está lendo o DIARIO PERNAMBUCANO, e não o Diário de Pernambuco.
    2. Sobre “perder o título”, se você clicasse no link apontado no conteúdo do texto, iria ver que foi uma sátira em alusão a ameaça da UNESCO de remover o título devido aos graves problemas existentes em Olinda.
    3. Em nenhum momento da matéria está mensurando que o PT governa Pernambuco, mas sim falando sobre a origem da crise atual.
    4. Os gastos da mobilidade urbana foram absurdos, nosso BRT não é BRT e nem resolverá em nada nossa questão de mobilidade, sem falar que a obra da copa continua parada e cada vez mais superfaturada.

    Sua única razão em discordar da matéria se dá apenas ao termo “Elefante Branco”, pois de fato não há como comparar algo tão descomunalmente imenso a um elefante, seria mais coerente um Brontossauro Branco.

    Agora por favor cale-se, cale-se, cale-se, que a sua estupidez me deixa louco.

  2. This intoeducrs a pleasingly rational point of view.

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