Diario Pernambucano – Falsiê, mas sem farsas.

Homem hospitalizado após executar versão pernambucana do “desafio do balde de gelo”

Balde de ostra

Imagem higienicamente ilustrativa. 

No último domingo, João Carlos Gaivota, 32, foi incitado pelo colega Magno Aparecido Santos, 29, a entrar numa aposta um tanto arriscada. Em clara paródia ao Ice Bucket Challenge, Magno provocou João Carlos a executar a versão pernambucana do famoso desafio do balde de gelo. Taxaram-na, então, de “desafio do balde de ostra”. A ideia era ingerir o máximo de moluscos num espaço de duas horas e meia. Ambos se lançaram a consumir os populares baldes comercializados na praia, contendo em média 600 unidades pelo preço de 12 por R$ 10.

“O que deixava o desafio ainda mais perigoso, já que no Pina [praia local] se pode achar a mesma quantidade por até R$ 5. Afinal, quem perdesse pagaria”, observou Magno.

Iniciaram os trabalhos, deglutindo a iguaria com bebida alcoólica contextual. Uma multidão prontamente se aglomerou em testemunho. A aposta incluía a possibilidade de temperar o fruto do mar com sal, “azeite” e “pimenta do reino”. Magno ingeriu 432 unidades e saiu aparentemente ileso, apenas um pouco ébrio. João Carlos, por sua parte, sentiu-se mal na ostra de número 376 e foi levado às pressas ao Hospital da Restauração com quadro de infecção generalizada. Médicos do Recife alertam para o risco do consumo de ostras de procedência duvidosa.

“Tudo começou quando a gente comentava sobre essa onda [sic] do banho de gelo que esses gringos começaram a fazer e veio bater aqui no Brasil. Então, no calor do domingão, quis instigar um desafio mais nosso, mais pesado, mais arriscado. Não imaginei que pudesse terminar tão mal. A ideia inicial era filmar e postar no Facebook um ‘desafio da sardinha em lata’, chamando a atenção para a sacanagem que fizeram com os motoristas de busão [sic]”, lamentou.

No momento, João Carlos passa bem e prometeu não se envolver em mais nenhum tipo de ação ou desafio que não faça sentido e que tenha sido imposto de maneira artificial por meio da mídia ou falatório cotidiano.

lala

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Publicado por em 26 agosto 2014. Arquivado em Cultura, Saúde. Você pode acompanhar quaisquer respostas a esta entrada através do RSS 2.0. Você pode deixar uma resposta, ou trackbacks a esta entrada

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